Faxina da Dilma

DILMINHA, HOJE É DIA DE FAXINA!

Se ela marido tivesse, assim seria acordada:

- Dilminha, hoje é dia de faxina!
Mas desquitada, ela a ela se faz lembrada:
- Dilminha, hoje é dia de faxina!

Ó dúvida cruel, com os olhos ainda se abrindo:
- Por onde deveria eu começar?
São tantos ministérios, muito pó sentindo:
- Será que eu poderia ter tempo pra pensar?

Ela ainda é nova, não reclama da artrite:
- Por ordem alfabética vou limpar. Agricultura.
Se de Lula não herdou a bursite, com o pó a renite:
- Quanta sujeira! Depois do ‘A’, o ‘C’. Cultura.

Há um baita terrão. Ninguém sabe, ninguém viu:
- Olha a lama do companheiro Dirceu na Casa Civil.
Limpou e colocou uma mulher no lugar. Que perigo:
- Vou para as Comunicações, pois lá está o marido!

E a Defesa então, está tudo muito complicado:
- Quem fala o que quer, escuta o que não deve.
Colocou um radical no lugar de um jurista armado:
- Quem dita a marcha sou eu. Não obedece, perece.

Já caiu a noite, e ainda não chegou no ‘E’:
- Será que sou capaz? O fim não consigo ver.
Há a titica do ninho vermelho. E também do pê ême dê bê:
- A Fazenda, amanhã. Preciso o dragão esconder.

Que a manteiga espere derramada, há a Educação:
- O que a merenda faz aqui? Não deveria ir pro sertão?
O secretário só quer de São Paulo a prefeitura:
- Para uma guerrilheira, isso é tortura!

Até chegar à Integração Nacional, um entrave:
- A bendita governabilidade. Quase esqueci!
Uma solução caseira, outra mulher, muito grave:
- Ninguém mais asseada que a Ideli!

Nessa altura o baixo clero já começa a espernear:
- Trabalho, Transporte, Turismo, não quero imaginar!
Pobrezinha já está abatida, a maquiagem a desmoronar:
- E o Valdemar ainda em mim quer mandar!
Ó presidenta, quem mandou entrar?
- Foi Lula, meu criador, que pediu pra eu confiar.
Aguentar a barra até 2014 para ele voltar:
- Enquanto não chega, a faxina vou continuar.

- Dilminha, hoje não é dia de faxina!
E quando o sofista voltar, Dilminha não será incomodada.
Então ela não mandará mais, pois no reinado de outro
O Brasil canta em coro:
- Toda a corja é encobertada!

Boa Sorte, Dilminha.
Boa Sorte, Brasil.

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