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Noviciado Rainha da Paz, Cornélio Procópio (PR), 18 de janeiro de 2008 " Não abandone o exercício da perfeita uniformidade com a vontade de Deus no qual há um tesouro escondido de vida eterna". São Vicente Pallotti São Vicente Pallotti sempre indicava uma fórmula aos seus dirigidos: "SOFRER, AMAR, CALAR" Inspirado por tão grande sabedoria de nosso Pai Fundador fiz uma oração pedindo a Deus, para que ele sempre faça de nós verdadeiros cristãos e autênticos palotinos! SOFRER, AMAR, CALAR Sábios sofreram Ao deserto se retiraram E enfrentando demônios Sua fé confirmaram. Sábios amaram Ao Cristo se entregaram E enfrentando provação Uniram-se ao Divino Coração. Sábios calaram Ao sofrimento aceitaram Enfrentand0 a escuridão Alcançaram a santificação. Faz-me sábio Senhor! Não para eu ser exaltado, mas para servir. Não para ser o primeiro, mas para servir. Não para ser admirado, mas para servir. E que eu ame a virtude, que eu deseje a santidade. Pois eis aqui vosso servo...
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Mais um ano tem início. E mais uma vez nos voltamos à Mãe de Deus e nossa, recorrendo á sua poderosa proteção, pedindo que Ela nos guarde em mais um ano em que trabalharemos para a Infinita Glória de Deus. Estimados leitores do Diálogo Vivo, tenham um 2009 iluminado! Feliz Novo Ano e que Deus nos abençoe! Ave, Maria Uma grande luz em noite escura brilhou A escolhida por Deus o seu sim exclamou O Verbo Divino se faz homem por amor A palavra do Criador ela ouviu e aceitou Ali havia a serva fiel do princípio “Fiat’, faça-se, sua vida entregando Para a maior prova de amor que teria inicio Como Mãe de Deus ela estava se confirmando Sempre por seu esposo José amparada Em outro ventre uma criança saltou Isabel e a gravidez pelo anjo anunciada Ave a Mãe do Salvador que me visitou E dores no estábulo ela também sentiu Sempre virgem ela permaneceu Nascia aquele que quase ninguém viu Mas que depois todo o mundo conheceu Sua missão não acabava com o nascimento Também acompanhou o menino no cresc...

Natal

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Qual é a lógica do sistema ? Um conto natalino Saia fumaça pela chaminé enferrujada que jazia naquele telhado comum entre aquelas casas. A chaminé sim era algo incomum sendo da vizinhança a única. Havia caído em desuso, ainda mais quando a tecnologia tomava conta e se alastrava como uma peste incontrolável, que desta vez ao invés de quererem freá-la todos queriam e procuravam dissemina-la. Não entremos nas particularidades e conseqüências trazid as pela tecnologia. Isso talvez não nos compita neste momento, afinal, a família Silva e Silva tradicionalmente preparava sua ceia natalina no entardecer do dia 24 de dezembro. Ou parte dela. Compreenda de princípio que nem todos os sistemas são perfeitos. A família Silva e Silva era uma família que caracterizam hoje como família comum, embora não goste deste termo, usemo-lo para que a história desenrole-se normalmente. O pai, homem esforçado, preparava o tempero para a carne que esperava inerte dentro da gamela sem retirar a atenção da torta d...

Diálogos Compartilhados

Estimados leitores do 'Diálogo Vivo', o artigo que segue foi-nos compartilhado pelo colega José Macedo, de Portugal, para especial publicação neste blog! Vale a pena ler!! Natal, um tempo de esperança Aproxima-se a época de Natal, cuja cultura é de uma beleza e de uma ternura que não tem paralelo no calendario social do ano. É certo que a vida pessoal e social é feita de muitas facetas, de tantas que nem lhe sabemos a conta e todas elas importantes. mas nehuma é tão intima e tão bela como a ternura da época do Natal. Para além da beleza dessa ternura e dessa intimidade, que tornam o Natal humanamente irresistivel ao coração humano. Há ainda um outro aspecto muito importante que faz parte dessa cultura de Natal, a esperança, que nos faz sair para alem dos horizontes de nós mesmos. O Natal é também um tempo de esperança que nos torna mais otimistas. Não sei esta esperança existencial é apenas fruto da inculturação religiosa ou se um traço comum e estruturante de todas as cu...

Literatura

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Nós percebemos quem são aqueles que cruzam Nossos Caminhos? Em tempos passados, uma desafortunada mulher da à luz filhos gêmeos. Cada um, a partir daquele momento, foi obrigado a trilhar caminhos diferentes, rumo a futuros totalmente distintos. Porém um dia, entre atos e fatos, sangue e álcool, vida e morte, eles terão um encontro. E esse encontro mudará a vida dos dois. Um dia eles foram separados. Seria agora o encontro para a fraterna união? Uma mulher heróica, sem piedade e infeliz. Um homem exemplar, com a família dos sonhos. Duas histórias, duas vidas. Diversas diferenças. Incontáveis semelhanças. Principalmente aquelas pessoas especiais que sempre estão em nossos caminhos. Não perca essa história intrigante onde você poderá reconhecer na sua vida o que sempre passou oculto perante seus olhos.

Caritas Christi Urget Nos

O amor que move “Se Deus nos amou, também nós devemos amar-nos uns aos outros” (1Jo 4, 11) Se o mundo fosse sustentado por colunas, creio que a mais forte destas colunas seria a caridade. Ela mantém de pé o grande Templo de Deus através dos tempos. Entretanto nossos corações precisam ser realmente tocados para que percebamos a grandeza e a importância que ela tem em nossa vida. Caridade vem do grego caris, que quer dizer grátis ou gratuidade. Eis o primeiro motivo para que nossas atenções se voltem para ela, se voltem para sua expressão amorosa, de onde é banido todo cálculo, toda espera de recompensa; caridade é a ausência total de razões, é o amor puro, é o amor que move. E a caridade cristã exige ainda mais de nós. Deus é amor (cf. 1Jo 4, 16), amor que quer o bem, e se somos chamados a sermos perfeitos como o Pai é perfeito (cf. Mt 5, 48) também devemos ser expressões vivas deste amor vivo. Deus se dá, dá a si mesmo ao homem, e nós devemos nos doar totalmente ao irmão sem esperar na...

Um sete como outros setes...

Verde e amarelo – Um futuro pela frente O que seria - segundo os parâmetros de uma sociedade marcada por convenções - mais aceitável neste momento em que passadas as comemorações da Semana da Pátria era escrever algo inflamado de patriotismo. Nada mais cabível que dissertar sobre o orgulho de ser brasileiro, ou então, exaltar as belezas naturais de nossa terra. Mas todo esse repertório seria muito repetitivo, uma vez que considerável número de notáveis já o fez, por exemplo, o maranhense Gonçalves Dias (não que eu queira igualar-me com os grandes) e Bilac com sua rigidez literária também o realizou. E tantos outros seguiram a mesma trilha. Não que estejam errados – como não estavam - mas é necessário mudarmos de personagens e até mesmo, se nossa ousadia for tal, permutarmos os cenários. Lembram-se da épica narrativa da Independência (como não esquecer)? Dom Pedro, em seu esbelto eqüino branco, junto com companheiros sedentos por liberdade, grita, brada com a nobre espada apontando ao c...