Isso é possível por um único motivo: a Igreja é de Cristo. Por Ele somos e vivemos. E é Ele que continua a guiar seus Vigários. Rezemos pela Igreja. Louvemos Nosso Senhor Jesus Cristo!
Caros leitores, publicamos, em p rimeira mão, entr evista exclusiva concedida pelo Monsenhor Julio Endi Akamine, SAC , no meado Bispo Auxiliar de São Paulo, especialmente ao Blog Diálogo Vivo. É uma grande alegria poder cobrir esta nomeação e ainda mais contar com a rica c olaboração do bispo nomeado na construção de um diálogo vivo, em defesa da fé e da verdade. No diálogo estabelecido com Mons . Julio muitos pontos foram abordados e apresentamos aquilo que ousamos chamar de primeiros apontamentos pastorais do futuro bispo. É com certeza uma grande contribuição para todos nós, homens e mulheres engajados na luta pelo bem. “Garanto minha firme disposição de fazer o bem sem me cansar.” DV : Nas entrevistas concedidas após a nomeação do di a 04 de maio, o senh or citou dois sentimentos: o de responsabilidade e de alegria exigente. Basear-se-ão nestes a s linhas mestras de seu episcopado? Qual o lema escolhido? Recebi a comunicação de minha nomeação no tempo da páscoa. Ora, correspon...
“Ha-de vêr o milionario Brazileiro, com mil tretas, A contar, com sujas côres As lendas dos seus amores Com as suas trinta pretas.” Estes são versos de Camilo Castelo Branco que, ao apresentar os figurões da região do Palheiro, em Portugal, descreve o tipo brasileiro. É a visão que os estrangeiros tinham – e têm – do brasileiro. Infelizmente, não é uma impressão errada, mas somente evidencia uma característica que está encalacrada no caráter de boa parte dos filhos desta terra: a mediocridade. A mediocridade tem sido consagrada como um mérito do brasileiro. Já está fazendo parte da fisionomia cultural da nação e tida, além de normal, como algo a ser venerado. Ser medíocre é estar no meio, colocar-se no mesmo nível da média sem superá-la. O medíocre acomoda-se com o pouco: o pouco dever, a pouca honra, a pouca virtude. Para entender como o brasileiro é medíocre, basta perguntar quem são os protagonistas de nossa produção literária, ou melhor, quais foram os heróis n...
EU VI , EU VI VI CAPÍTULO II O perfume do livro Toda criança é, em sua essência, um ser aventureiro. Não importa onde esteja ou qual seja seu estado de espírito, aventurar-se-á no espaço ao seu redor ou ainda mesmo dentro de si. Não existe menino que não tenha sonhado em ser um herói dos quadrinhos ou o desbravador de tantos mares. Na verdade, o que impele os pequenos é uma senhora curiosidade. Ainda imaculada pela inocência da idade, este desejo de conhecer, de saber, de cutucar aquilo que é desconhecido para ter nas pontas dos dedos a reação inesperada, faz com que toda criança experimente algo novo para ela, por mais singelo que seja o ato ou por mais simples que seja o acontecimento. A curiosidade pueril desencadeará sempre ou a frustração do aquém das expectativas ou fatos fenomenais e surpreendentes. Tudo isso dependerá do ponto de vista dos pequenos olhos, e não necessariamente do fato em si. A casa da tia Amélia já era um lugar mais que propício para estimular a curiosidad...
Comentários